Projetos e espetáculos
  “Re(pé)rcussão”, com Carlos Negreiros
No baixo do sapateiro (antigamente “Jungle Tap”), com Bruce Henri
“Jimmy”, com Adriana Salomão
Companhia Steven Harper
Solo
Festival Tap in Rio

“Re(pé)rcussão”, um duo com Carlos Negreiros

Num novo desdobramento de suas respectivas trajetórias artísticas, Carlos Negreiros e Steven Harper juntam suas forças e imaginação na criação do espetáculo Re(pe)rcussão. Inédito, cosmopolita, ancorado na tradição porem moderno e antenado, Re(pe)rcussão reflete e sintetiza as trajetórias distintas dos dois artistas. Carlos Negreiros, percussionista, cantor e compositor, especialista da percussão e do mundo rítmico afro-brasileiro, é profundamente ligado ao Brasil e á luta do povo negro pela sua afirmação social e cultural. Steven Harper, americano/alemão, crescido na Suíça e residente no país desde 1991, encontrou sua paixão e modo de expressão na dança, no sapateado e numa linguagem mista original que chama de “danças percussivas”. O que os une? O ritmo, a musica, a dança, o Brasil e o amor à pulsação essencial, que dá vida a todas as forças da natureza, sintetizada aqui na batida do tambor e dos pés no chão. Em Re(pe)rcussão, a magia do palco demonstra mais uma vez sua capacidade de agregar, unir culturas, gerações, tradições e linguagens, nesse espetáculo diferente, lírico e impactante.


“No Baixo do sapateiro” (antigamente Jungle Tap!”) – duo com Bruce Henri

Um contrabaixo e um par de sapatos de sapateado. Um duo eclético num show elétrico.

Jungle. Palavra mágica, imbuída de mistério e de fortes emoções. Jungle é o indomado, o improviso selvagem e o forte sabor desse lado do Equador. Jungle é também o jazz criado por Duke Ellington, estrela do famoso Cotton Club dos anos 30, ao qual dançaram os maiores sapateadores da historia.

Jungle Tap! é o encontro de um contrabaixo, um par sapateado e seus respectivos mestres: Bruce Henri e Steven Harper, dois americanos que depois de passarem anos na Europa, tornaram-se “cariocas”. Esta aproximação cênica inusitada evoluiu numa parceria inspirada na busca do entrosamento perfeito, da dinâmica musical, da virtuosidade, do improviso e do humor. Steven Harper e Bruce Henri apresentam um programa que oferece amplo espaço para desenvolver as surpreendentes possibilidades acústicas e as riquezas rítmicas de seus instrumentos.

“O resultado de tanto cosmopolitismo é uma incrível dupla que oferece um cuidado espetáculo tanto na perspectiva musical quanto cênica” (…) Os sapatos de Harper (…) constroem um universo rítmico em cada número e emitem as ordens que o resto do corpo cumpre em perfeita sintonia. Não existe nenhum movimento fora do lugar. (…) O espetáculo sempre mantém a mesma dose de equilíbrio. Bruce Henri consegue que as possibilidades sonoras do contrabaixo sejam mais que suficientes na hora de conceber as melodias. Frenética performance do instrumentista e compositor, que passeia sua mão esquerda a uma velocidade incrível e sempre obteve o que estava buscando.(…) O humor, o swing, as boas execuções, o talento e a improvisação baseada num férreo trabalho conseguem um espetáculo que, longe de cansar, mantém a expectativa do público ao longo de 80 minutos.”

(Cotação: muito bom) (tradução do espanhol) Cecilia Cordoba, LA VOZ DEL INTERIOR, Cordoba, Argentina, 3/7/99

Topo “Jimmy”, um duo com Adriana Salomão

Steven Harper e Adriana Salomão, duas personalidades da dança no Brasil, apresentam o espetáculo “Jimmy”, uma obra livremente inspirada no legado do grande mestre do sapateado americano Jimmy Slyde, falecido em maio de 2008.

Mais do que contar uma história linear, os protagonistas embevecem-se da arte dessa genial figura para estimular o prazer da dança, do entrosamento cênico, da dinâmica musical, da virtuosidade, do improviso e do humor. Eles procuram retratar em diversos quadros a dimensão do legado do Jimmy, a multiplicação de seu estilo, sua influencia sobre inúmeros amantes do sapateado e o amor que ele mantinha para músicos e bailarinos. Desenvolvendo uma linguagem na fronteira entre dança contemporânea, sapateado, percussão e dança percussiva, Steven e Adriana declamam com “Jimmy” seu imenso reconhecimento pelo mestre inconfundível.

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Cia Steven Harper - www.ciastevenharper.com.br

“Inovar, transformar, atualizar, reler, abrasileirar, todos esses verbos podem ser conjugados no espetáculo Sincopizante da companhia de Steven Harper. (...) Com absoluto timing de desenvolvimento e duração da apresentação, o bailarino, coreógrafo e diretor conseguiu, com a parceria contemporânea de Mario Nascimento, o que muitos não acreditavam: mostrar que o tap está vivo, que as modalidades de dança não morrem quando artistas talentosos e apaixonados se reúnem para revivifica-la. E mais, que qualquer modalidade de dança tomará, fatalmente, a cara do povo que a executa sem que, para isso, seja preciso reinventar a bicicleta ou enveredar por clichês. Porque, obviamente, ali está a técnica tradicional do tap. Técnicas são técnicas e são insubstituíveis sempre. Desconheço os princípios do sapateado mas o que vi, independentemente de por que meios se expressaram seus criadores, é um divisor de águas no gênero. (...)”

Eliana Caminada, no Jornal Dança, Arte e Ação, Maio de 2003
Bailarinos da companhia: Alice Fucs, Ana Fucs, Adriana Salomão, Bruno Barros e Steven Harper.
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Solo

Steven Harper se apresenta solo, com música gravada, num programa de até 25 minutos de duração. Acompanhado de uma banda de jazz, podemos fazer uma noite completa, como já fez em numerosas ocasiões, no Brasil e na Europa.


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Festival Tap in Rio - www.tapinrio.com.br

O evento “Tap in Rio” nasceu em janeiro de 2002 de uma iniciativa de Steven Harper e Adriana Salomão com a colaboração do Centro de Artes Nós da Dança. Tornou-se um eventos de referencia para os sapateadores do Brasil.

É um evento que pretende estimular o estudo e o aprimoramento do sapateado em suas mais variadas facetas, oferecendo aulas com enfoque específico como: técnica e dinâmica, coreografia, percepção musical, improviso, percussão, estudos rítmicos, Lindy Hop, percussão corporal, etc.

Eventos paralelos acontecem ao longo da semana: noite de performances, jam session, mostra de vídeo, macarronada, etc. O evento conta ainda com um espaço reservado para a leitura de livros especializados (colocados a disposição dos participantes) e de sala para treinos, ensaios, aquecimento e aulas particulares.
Tendo em vista o avanço significativo do nível do sapateado no Brasil nos últimos anos, o evento reúne um quadro de professores de alta qualidade, privilegiando profissionais atuantes no país.

O evento reuniu nas suas três primeiras edições uma media de 100 alunos vindos do quatro cantos do Brasil.

Já ministraram aulas no evento:

Adriana Salomão (sapateado, RJ), Amalia Machado (sapateado, RJ), Bia Mattar (sapateado, SC), Bruce Henri (percepção musical, RJ), Bruno Barros (Lindy Hop, RJ), Charles Renato (sapateado, SJ dos Campos, SP), Christiane Mattalo (sapateado, SP), Cíntia Chamecki (sapateado, New York),Cíntia Martin (sapateado, RJ), Flavia Costa (sapateado, RJ), Flavio Salles (sapateado, RJ), Frank Ejara (street dance, SP), Gugu (Luiz Cruz) (sonorização do sapateado, RJ), Katherine Kramer (sapateado, Miami), Jason Samuels Smith (sapateado, New York), Juliana Castro (sapateado, Brasilia),Mauricio Silva (sapateado, RJ), Nadia Funes (percussão corporal, SP), Rafa Multi (percussão corporal, SP), Rafael Rocha (percussão), Robertinho Silva (percussão), Sergio Rocha (percussão corporal, SP), Steven Harper (sapateado, RJ), Thiago Marcelino (sapateado, RJ), Valeria Pinheiro (sapateado, CE), Wellington Lopes (lindy hop, RJ).
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Steven Harper - Sapateador - Coreógrafo - Professor


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  “Re(pé)rcussão”, com Carlos Negreiros
No baixo do sapateiro (antigamente “Jungle Tap”), com Bruce Henri
“Jimmy”, com Adriana Salomão
Companhia Steven Harper
Solo
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“Re(pé)rcussão”, um duo com Carlos Negreiros

Num novo desdobramento de suas respectivas trajetórias artísticas, Carlos Negreiros e Steven Harper juntam suas forças e imaginação na criação do espetáculo Re(pe)rcussão. Inédito, cosmopolita, ancorado na tradição porem moderno e antenado, Re(pe)rcussão reflete e sintetiza as trajetórias distintas dos dois artistas. Carlos Negreiros, percussionista, cantor e compositor, especialista da percussão e do mundo rítmico afro-brasileiro, é profundamente ligado ao Brasil e á luta do povo negro pela sua afirmação social e cultural. Steven Harper, americano/alemão, crescido na Suíça e residente no país desde 1991, encontrou sua paixão e modo de expressão na dança, no sapateado e numa linguagem mista original que chama de “danças percussivas”. O que os une? O ritmo, a musica, a dança, o Brasil e o amor à pulsação essencial, que dá vida a todas as forças da natureza, sintetizada aqui na batida do tambor e dos pés no chão. Em Re(pe)rcussão, a magia do palco demonstra mais uma vez sua capacidade de agregar, unir culturas, gerações, tradições e linguagens, nesse espetáculo diferente, lírico e impactante.


“No Baixo do sapateiro” (antigamente Jungle Tap!”) – duo com Bruce Henri

Um contrabaixo e um par de sapatos de sapateado. Um duo eclético num show elétrico.

Jungle. Palavra mágica, imbuída de mistério e de fortes emoções. Jungle é o indomado, o improviso selvagem e o forte sabor desse lado do Equador. Jungle é também o jazz criado por Duke Ellington, estrela do famoso Cotton Club dos anos 30, ao qual dançaram os maiores sapateadores da historia.

Jungle Tap! é o encontro de um contrabaixo, um par sapateado e seus respectivos mestres: Bruce Henri e Steven Harper, dois americanos que depois de passarem anos na Europa, tornaram-se “cariocas”. Esta aproximação cênica inusitada evoluiu numa parceria inspirada na busca do entrosamento perfeito, da dinâmica musical, da virtuosidade, do improviso e do humor. Steven Harper e Bruce Henri apresentam um programa que oferece amplo espaço para desenvolver as surpreendentes possibilidades acústicas e as riquezas rítmicas de seus instrumentos.

“O resultado de tanto cosmopolitismo é uma incrível dupla que oferece um cuidado espetáculo tanto na perspectiva musical quanto cênica” (…) Os sapatos de Harper (…) constroem um universo rítmico em cada número e emitem as ordens que o resto do corpo cumpre em perfeita sintonia. Não existe nenhum movimento fora do lugar. (…) O espetáculo sempre mantém a mesma dose de equilíbrio. Bruce Henri consegue que as possibilidades sonoras do contrabaixo sejam mais que suficientes na hora de conceber as melodias. Frenética performance do instrumentista e compositor, que passeia sua mão esquerda a uma velocidade incrível e sempre obteve o que estava buscando.(…) O humor, o swing, as boas execuções, o talento e a improvisação baseada num férreo trabalho conseguem um espetáculo que, longe de cansar, mantém a expectativa do público ao longo de 80 minutos.”

(Cotação: muito bom) (tradução do espanhol) Cecilia Cordoba, LA VOZ DEL INTERIOR, Cordoba, Argentina, 3/7/99

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Steven Harper e Adriana Salomão, duas personalidades da dança no Brasil, apresentam o espetáculo “Jimmy”, uma obra livremente inspirada no legado do grande mestre do sapateado americano Jimmy Slyde, falecido em maio de 2008.

Mais do que contar uma história linear, os protagonistas embevecem-se da arte dessa genial figura para estimular o prazer da dança, do entrosamento cênico, da dinâmica musical, da virtuosidade, do improviso e do humor. Eles procuram retratar em diversos quadros a dimensão do legado do Jimmy, a multiplicação de seu estilo, sua influencia sobre inúmeros amantes do sapateado e o amor que ele mantinha para músicos e bailarinos. Desenvolvendo uma linguagem na fronteira entre dança contemporânea, sapateado, percussão e dança percussiva, Steven e Adriana declamam com “Jimmy” seu imenso reconhecimento pelo mestre inconfundível.

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Cia Steven Harper - www.ciastevenharper.com.br

“Inovar, transformar, atualizar, reler, abrasileirar, todos esses verbos podem ser conjugados no espetáculo Sincopizante da companhia de Steven Harper. (...) Com absoluto timing de desenvolvimento e duração da apresentação, o bailarino, coreógrafo e diretor conseguiu, com a parceria contemporânea de Mario Nascimento, o que muitos não acreditavam: mostrar que o tap está vivo, que as modalidades de dança não morrem quando artistas talentosos e apaixonados se reúnem para revivifica-la. E mais, que qualquer modalidade de dança tomará, fatalmente, a cara do povo que a executa sem que, para isso, seja preciso reinventar a bicicleta ou enveredar por clichês. Porque, obviamente, ali está a técnica tradicional do tap. Técnicas são técnicas e são insubstituíveis sempre. Desconheço os princípios do sapateado mas o que vi, independentemente de por que meios se expressaram seus criadores, é um divisor de águas no gênero. (...)”

Eliana Caminada, no Jornal Dança, Arte e Ação, Maio de 2003
Bailarinos da companhia: Alice Fucs, Ana Fucs, Adriana Salomão, Bruno Barros e Steven Harper.
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Steven Harper se apresenta solo, com música gravada, num programa de até 25 minutos de duração. Acompanhado de uma banda de jazz, podemos fazer uma noite completa, como já fez em numerosas ocasiões, no Brasil e na Europa.


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O evento “Tap in Rio” nasceu em janeiro de 2002 de uma iniciativa de Steven Harper e Adriana Salomão com a colaboração do Centro de Artes Nós da Dança. Tornou-se um eventos de referencia para os sapateadores do Brasil.

É um evento que pretende estimular o estudo e o aprimoramento do sapateado em suas mais variadas facetas, oferecendo aulas com enfoque específico como: técnica e dinâmica, coreografia, percepção musical, improviso, percussão, estudos rítmicos, Lindy Hop, percussão corporal, etc.

Eventos paralelos acontecem ao longo da semana: noite de performances, jam session, mostra de vídeo, macarronada, etc. O evento conta ainda com um espaço reservado para a leitura de livros especializados (colocados a disposição dos participantes) e de sala para treinos, ensaios, aquecimento e aulas particulares.
Tendo em vista o avanço significativo do nível do sapateado no Brasil nos últimos anos, o evento reúne um quadro de professores de alta qualidade, privilegiando profissionais atuantes no país.

O evento reuniu nas suas três primeiras edições uma media de 100 alunos vindos do quatro cantos do Brasil.

Já ministraram aulas no evento:

Adriana Salomão (sapateado, RJ), Amalia Machado (sapateado, RJ), Bia Mattar (sapateado, SC), Bruce Henri (percepção musical, RJ), Bruno Barros (Lindy Hop, RJ), Charles Renato (sapateado, SJ dos Campos, SP), Christiane Mattalo (sapateado, SP), Cíntia Chamecki (sapateado, New York),Cíntia Martin (sapateado, RJ), Flavia Costa (sapateado, RJ), Flavio Salles (sapateado, RJ), Frank Ejara (street dance, SP), Gugu (Luiz Cruz) (sonorização do sapateado, RJ), Katherine Kramer (sapateado, Miami), Jason Samuels Smith (sapateado, New York), Juliana Castro (sapateado, Brasilia),Mauricio Silva (sapateado, RJ), Nadia Funes (percussão corporal, SP), Rafa Multi (percussão corporal, SP), Rafael Rocha (percussão), Robertinho Silva (percussão), Sergio Rocha (percussão corporal, SP), Steven Harper (sapateado, RJ), Thiago Marcelino (sapateado, RJ), Valeria Pinheiro (sapateado, CE), Wellington Lopes (lindy hop, RJ).
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